Archive for the ‘Uncategorized’ Category

SHOW QUARTA DIA 15/10 – A OBRA, RUA RIO GRANDE DO NORTE,1168, 20h

projeto panela lisérgica bh

destaque: MARCELO (massoterapeuta belo horizonte) – (31)97569006

massoterapia belo horizonte

Alivie o stress e cuide do seu corpo.
Não viva mais ou menos, viva 100% !!!!!!!!!

Faça uma atividade positiva para seu corpo !!!!!!!!!

*TUINÁ (massagem chinesa em Belo Horizonte)
massagem terapêutica para recuperação física

para mais informações acesse:
MARCELO (massoterapeuta belo horizonte) – (31)97569006
(8 anos de atendimento / ética e profissionalismo)
(ambiente familiar)
acesse;
http://massoterapiabelohorizonte.wordpress.com/

clube da esquina

 

04032014708

 

04032014705

Reduto da boemia de Belo Horizonte será tombado

Processo de tombamento se iniciou e já está sendo feita a atualização do inventário dos imóveis do bairro Santa Tereza, na região leste da capital. Proprietários podem contar com isenção de IPTU

Patrimônio »

Reduto da boemia de Belo Horizonte será tombado

Processo de tombamento se iniciou e já está sendo feita a atualização do inventário dos imóveis do bairro Santa Tereza, na região leste da capital. Proprietários podem contar com isenção de IPTU

Rafael Campos - RedaçãoPublicação:14/03/2014 15:06

santa tereza bh melhor foto

Considerado um lugar pacato até pouco tempo atrás, o Santa Tereza se tornou referência cultural na cidade e mesmo reduto de boêmios

O tradicional bairro de Santa Tereza em Belo Horizonte possui vários símbolos. A música, marcada pelo surgimento do Clube da Esquina, no final da década de 1960; a boemia, representada pelos diversos bares e restaurantes; o ar interiorano; e, agora, o carnaval, impulsionado pelos blocos de rua, que ressurgiram em BH, tendo o bairro como um dos berços. Entretanto, na medida em que a capital mineira cresce, aumentam também as especulações imobiliárias e o temor de que tais traços – que marcam há anos o bairro – sejam engolidos pelo avanço da metrópole. Esse é um dos motivos pelo qual o processo de tombamento do bairro foi retomado e a previsão é que ele se concretize ainda este ano.

Apesar de a palavra “tombamento” remeter, em tese, a algo benéfico e saudável, os moradores do bairro querem mais explicações sobre o processo. “Temos percebido que há muitas dúvidas sobre como será feito, quais imóveis serão tombados e o que isso implicaria aos proprietários”, diz Karine Carneiro, integrante do Movimento Salve Santa Tereza. Na última quarta-feira, dia 12, durante assembleia dos moradores, ficou decidido a realização de um novo encontro – ainda sem data definida – com arquitetos e urbanistas, além de representante da prefeitura de BH (PBH) para esclarecer o assunto.

Quem está tocando o processo de tombamento é a Fundação Municipal de Cultura (FMC), por meio da diretoria de patrimônio. “A proteção por tombamento é uma medida complementar à proteção já estabelecida pela Área de Diretrizes Especiais do Santa Tereza, atuando especificamente como um instrumento para a preservação da memória da ocupação do bairro por meio da proteção das edificações”, afirma Leônidas José de Oliveira, presidente da FMC.
Ele explica que, atualmente, a Diretoria de Patrimônio Cultural da PBH está atualizando o inventário das edificações de interesse cultural. A previsão é que a lista seja apreciada pelo Conselho Deliberativo do Patrimônio Cultural do Município, em uma reunião aberta ao público. “A expectativa é que até abril o estudo seja finalizado e encaminhado para análise do conselho”, completa Leônidas.

santa tereza belohorizonte foto antiga

Até a década de 1980 o bairro não atraía os interesses imobiliários

Clima de interior

Para entender os motivos que levaram o bairro a conservar certa “aura” de cidade do interior, mesmo sendo vizinha da região central, é preciso voltar ao passado. Até a primeira metade do século XX, Santa Tereza, apesar de estar bem próximo à avenida do Contorno, era considerada distante do centro da cidade. “Na década de 1950, o bairro já presenciava a construção dos primeiros edifícios residenciais de pequeno porte. Mas, ainda assim, até meados dos anos 1970, o bairro carecia de infraestrutura básica, além de sofrer com as constantes inundações causadas pelas chuvas nas regiões lindeiras ao vale do Ribeirão Arrudas”, explica Leônidas Oliveira, presidente da FMC.

Portanto, durante um bom tempo, o bairro não se mostrava como uma região atraente aos empreendimentos de maior porte. O trânsito, principal problema das grandes cidades, não representava um entrave, já que o bairro não era – e ainda não é – um local de passagem. Consequência disso? Baixa densidade populacional, menos prédios e a conservação de imóveis do início do século XX.

Só a partir da década de 1980 que o bairro se tornou “interessante” para os empreendimentos imobiliários. “As mudanças no padrão de ocupação permaneceram ao longo dos anos 1990, quando o bairro se tornou, pela primeira vez, objeto de grandes obras, como a construção, em 1992, do viaduto que passa sobre a avenida dos Andradas, ligando Santa Tereza a Santa Efigênia e a construção da estação de metrô, inaugurada no ano seguinte”, lembra Leônidas.

Ainda na década de 1990, época da elaboração do Plano Diretor da Cidade, os moradores do bairro se mobilizaram, preocupados com uma possível descaracterização da região. Nessa época surgiu o Movimento Salve Santa Tereza. Outras entidades apoiaram o movimento, que culminou com a aprovação do artigo 83 da Lei 7166/96, que transformou o bairro em uma Área de Diretrizes Especiais (ADE). Tal iniciativa preservou os traços marcantes do Santa Tereza, sobretudo dos novos prédios, que não mais poderiam ultrapassar nove metros de altura.

Principais características do tombamento 

  • O tombamento não interfere em nada em relação à propriedade do imóvel tombado, que pode ser vendido, alugado ou modificado, desde que sejam mantidas as características físicas que motivaram a proteção e os parâmetros estabelecidos pela legislação urbanística
  • Os proprietários de imóveis tombados contam com mecanismos de incentivo à preservação da edificação, como a isenção de IPTU para os bens em bom estado de conservação
  • Os proprietários podem solicitar recursos para restauração da propriedade, em caso de necessidade, apoiados nas leis de incentivo à cultura. É preciso cadastrar no Programa Adote um Bem Cultural
  • Por meio da Transferência do Direito de Construir, o proprietário do imóvel tombado pode vender o potencial construtivo não utilizado no local. Por exemplo, se num terreno em que se poderia ocupar 300 m² existe uma casa tombada com 100 m² de área líquida, seria possível transferir os 200 m² não utilizados, observados os critérios específicos previstos pela legislação urbanística

Circuito de Esportes Radicais começa a ser construído sob Viaduto Santa Tereza

As obras orçadas em R$ 3,3 milhões, incluem ainda a recuperação estrutural do viaduto e estão previstas para ficarem prontas no segundo semestre deste ano

 

Valquiria Lopes

Publicação: 29/01/2014 23:48 Atualização: 30/01/2014 00:14

Os equipamentos urbanos da parte de baixo do Viaduto Santa Tereza, na Região Centro-Sul de Belo Horizonte, começaram a ser demolidos nesta quarta-feira para dar espaço ao Circuito de Esportes Radicais Santa Tereza. No local onde semanalmente ocorreu o evento Duelo de MCs, a arquibancada que ficava em frente à pista de apresentações já foi destruída e, por causa das intervenções, os encontros estão temporariamente suspensos. As obras orçadas em R$ 3,3 milhões, incluem ainda a recuperação estrutural do viaduto e estão previstas para ficarem prontas no segundo semestre deste ano.

De acordo com a Prefeitura de Belo Horizonte, as intervenções serão feitas em duas etapas: na primeira, entre Bahia e Avenida dos Andradas, serão implantados pista de skate, palco com arquibancada, além de um espaço para oficinas e banheiros. No piso será feita a recomposição com paralelepípedo.

Na segunda fase da obra, entre Avenida dos Andradas e rua Aarão Reis, o projeto prevê a construção de um mini-circuito de bicicleta, mudanças para a arquibancada e o palco do anfiteatro. O posto policial já existente, os banheiros e a escada que dá acesso à parte de cima do viaduto serão revitalizados. Além disso, está previsto ainda a recuperação das estruturas de concreto do Viaduto Santa Tereza.

Moradores do Santa Tereza querem blocos no fim de semana e até as 20h

Os eventos não licenciados saíram do controle dos blocos, que suspenderam os ensaios, mas não evitaram que as pessoas se reunissem, sempre com registros de confusão

carnaval bar do orlando santa tereza

PUBLICADO EM 04/02/14 – 04h00
BERNARDO MIRANDA E LUCIENE CÂMARA

Mais de 4.000 pessoas reunidas em uma praça de menos de 2.000 m², carros de som tocando funk até de madrugada, brigas generalizadas e queixas de veículos arrombados. Esse foi o resultado do pré-Carnaval do último fim da semana em frente ao bar do Orlando, no Santa Tereza, na região Leste de Belo Horizonte. Os eventos não licenciados saíram do controle até dos próprios blocos, que suspenderam os ensaios, mas não evitaram que as pessoas se reunissem nos dias que se seguiram, sempre com registros de confusão. A consequência: comerciantes reduziram o horário de funcionamento por medo de vandalismo e reclamam dos prejuízos. Reuniões já foram marcadas entre os moradores e também com a prefeitura para tentar limitar o público e o tempo dos eventos.

Reflexos. Em função da confusão, o Bar do Orlando decidiu não abrir no Carnaval. “Está vindo muita gente de fora, com muita confusão. É um público bem diferente do que estamos acostumados a atender”, lamentou Orlando Siqueira, 59, proprietário do bar. Uma pizzaria resolveu fechar mais cedo nos dias de eventos. “De quinta a domingo tive que fechar bem mais cedo. Só nesse período, o prejuízo foi de R$ 40 mil. Tenho medo de depredações”, disse o empresário que pediu anonimato.

 O que achou deste artigo?
COMENTÁRIOS (5)
Sergio
Amaral
Não é só neste bairro que deve a lei do silêncio ser observada
Responder - 30 - 2 - 11:06 AM Feb 04, 2014
Cristiano
Martins
favelado é foda, onde a faveal invade vira confusão, povo não tem educação,e quando digo favelado não me refiro a quem mora na favela somente, me refiro a qualquer ignorante funkeiro semi-marginal.
Responder - 39 - 9 - 10:43 AM Feb 04, 2014
Thome
Silva
Santos
O pior não são as brigas, nem o som alto, o sexo livre e muitos menos o lixo. Com boa vontade, tudo isso pode ser contornado. O grave, o insuportável, o inaceitável, o execrável é este tal de funk. Nem o homem da caverna, que não dispunha de recursos como pauta, harmonia, ritmo, seria capaz de compor uma coisa tão ordinária.
Responder - 48 - 4 - 10:30 AM Feb 04, 2014
Ricardo
Cozzi
Só vamos lembrar que: quem se comporta como animal merece ser tratado como animal.
Responder - 33 - 9 - 9:49 AM Feb 04, 2014
Ricardo
Cozzi
O brasileiro no geral não é muito capacitado para viver em sociedade. Ele tem uma dificuldade enorme em saber onde os seus direitos acabam. Além disso, ele se importa apenas em um nível mínimo com o conforto do outro. Veja bem, não estamos falando do sujeito fazer barulho na sua própria casa. A situação é bem diferente. O brasileiro continua a enxergar a rua como uma terra de ninguém e onde vale tudo. É muita zona para um povo só…
Carnaval antecipado com funk atormenta o Bairro Santa Tereza
Festas programadas pelas redes sociais resultam em perturbação do sossego e até atentado violento ao pudor

Pedro Ferreira

Publicação: 04/02/2014 06:00 Atualização: 04/02/2014 07:21

Garis recolheram um caminhão de lixo somente na Praça Ernesto Tassini

O carnaval ainda não chegou, mas moradores da Praça Ernesto Tassini e das ruas Dores do Indaiá, Alvinópolis e Conselheiro Rocha, no Bairro Santa Tereza, Região Leste de Belo Horizonte, já sofrem as consequências da folia antecipada e movida a funk e música eletrônica. Como resultado, perturbação do sossego, transtornos no trânsito, atentado violento ao pudor, brigas, uso e tráfico de drogas, falta de estrutura como banheiros químicos e muita sujeira. Durante quatro madrugadas, de quinta-feira até domingo, moradores contam que não conseguiram dormir até as 5h por conta das festas programadas pelas redes sociais. A denúncia é que os eventos foram feitos sem autorização da prefeitura e dos órgãos de trânsito e segurança pública, informação confirmada pelo secretário da Regional Leste, Elso Matos.

Na tarde de ontem, garis da prefeitura recolheram um caminhão de lixo na praça. A maior reclamação é com o barulho e a sujeira. “Todos os dias tive que lavar a calçada da minha casa por causa do cheiro forte de urina. Ninguém aguenta”, reclama a aposentada Marfisa Souza, de 74 anos. Outras festas programadas pela internet preocupam os moradores. Na tarde de ontem, mais de 16,3 mil pessoas já haviam sido convidadas para um pré-carnaval no mesmo local, às 20h de quinta-feira, e 759 já tinham confirmado presença.

Na quarta, a Associação dos Moradores do Santa Tereza se reúne com a Belotur para discutir o que o presidente Ibiraci do Carmo chama de “invasão desordenada e sem limites no Baixo Santa Tereza”. “Fazem uma convocação pela rede social, o pessoal chega e logo lota. Nenhum morador do bairro está satisfeito”, reclama. O Movimento Salve Santa Tereza também marcou reunião para sexta-feira, em frente ao Mercado Distrital do bairro, para discutir o mesmo assunto e os preparativos para o carnaval. Também encaminhou pedido à BHTrans para limitar a entrada de veículos de fora no bairro durante o carnaval, como é feito em dias de jogos na Arena Independência, no Horto. Moradores e comerciantes seriam credenciados e receberiam adesivos para seus carros.

O dono do Bar do Orlando decidiu fechar as suas portas no carnaval se a bagunça continuar. “Estamos perdendo clientes incomodados”, disse Orlando Silva Siqueira, de 59. A mesma decisão foi tomada pelos donos da Pizzaria do Cardoso. A dentista Clara Márcia de Oliveira, de 41, conta que voltava da academia às 22h quando se deparou com homens urinando na rua. “Havia muito menor alcoolizado”, observou. “Quebraram minha árvore, fizeram sexo explícito na rua, todo mundo alcoolizado”, disse a dona de casa Efigênia Martins, de 70. Segundo ela, a praça comporta no máximo 500 pessoas, mas chegou a ter 6 mil em algumas madrugadas. “Nada é programado. Não tem estrutura para receber essa quantidade de pessoas, sequer um banheiro químico”, reclama.

A madrugada mais barulhenta foi de sexta-feira para sábado e não havia policiamento, segundo os moradores. “Sábado para domingo não suportei tanto barulho e fui dormir na casa do meu namorado no Bairro Santa Lúcia. Telefonei para minha filha às 2h30 e ela estava acordada. Parecia que o barulho estava dentro do quarto dela. Tanto é que eu briguei com ela achando que estava na rua”, disse a empresária Fabiana Sofia Carvalho, de 36, que mora na esquina da Alvinópolis com Dores de Indaiá.

O barulho do fim de semana foi tão alto que pacientes com câncer da Casa de Apoio Beatriz Ferraz, distante um quarteirão da praça, não conseguiram dormir. “Falta respeito com os doentes. São crianças e idosos debilitados com a radioterapia e a quimioterapia. Eles precisam de descanso”, lamenta a irmã de caridade Heloísa Nunes, de 47. “Vai chegando o carnaval e já é uma preocupação para nós. O barulho é muito estridente”, disse a religiosa.

POLICIAMENTO O chefe de comunicação social do 16º Batalhão da PM, tenente Francisco Barreto Neto, garantiu que a PM marcou presença e que não pode impedir o direito de ir e vir das pessoas. “Estamos cientes do problema e a gente pode combatê-lo de imediato impedindo o som alto, o comércio ambulante, prendendo quem está com drogas, mas não podemos cercear o direito da pessoa de estar na rua”, informou o tenente. Para o carnaval, o tenente disse que vai remanejar policiais de outras áreas.

santa tereza tem – site de santa tereza

http://santaterezatem.com.br/

santaterezatem

 

Seguir

Obtenha todo post novo entregue na sua caixa de entrada.